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Jones vence Machida e mantém cinturão do UFC


Não foi desta vez que o Brasil conquistou seu quarto cinturão no UFC. A sensação da Mistura de Artes Marciais (MMA, na sigla em inglês) Jon Jones de novo assombrou o mundo da luta e na madrugada deste domingo conseguiu guilhotina invertida, aos 4min31 do segundo round, para bater Lyoto Machida, na edição 140, disputada na Air Canada Center, em Toronto, no Canadá.

Lyoto começou bem o combate, não entrando nas já esperadas provocações do campeão. Melhor que isso, conseguiu não só se esquivar, como também contra golpear e até assustar Jones. Mas foi só começar o segundo round que ele sentiu na pele todo o talento do adversário.

Jones derrubou Machida como quis e, no chão, distribui cotoveladas que abriram a testa do brasileiro. O árbitro chegou a interromper a luta, o médico permitiu que o combate prosseguisse, mas não tinha mais jeito. O norte-americano encurralou Machida na grade para aplicar a guilhotina invertida.

“Ele não me machucou, mas ele me acertou bem. Foi bom provar pra mim e pra todos que posso tomar um bom soco. Ele é muito esperto e sabia sua distância”, reconheceu o campeão, que mantém o cinturão.

Irmãos Nogueira

A família Nogueira não saiu toda feliz da Air Canada Arena. Antônio Rogério Minotouro nocauteou Tito Ortiz, mas Rodrigo Minotauro acabou sendo finalizado pelo também norte-americano Frank Mir. As duas lutas terminaram ainda no primeiro round.

Tanto Tito, como Minotouro vinham de derrotas e precisavam da vitória no UFC. Por isso, logo de cara, já foram para a franca troca de golpes. Melhor para o brasileiro que acertou um cruzado e a partir daí castigou seu oponente, resolvendo a luta logo no primeiro round. “É como um sonho realizado. Tito Ortiz é uma lenda do esporte. Quero agradecê-lo por lutar comigo”, disse o meio-pesado (até 93 quilos).

Já Minotauro, pelos pesados (até 120 quilos), estava com a luta ganha, mas não soube aproveitar a oportunidade. Ele bem que tonteou Mir, mas acabou sendo surpreendido logo no jiu-jitsu. Após rolar no octógono com seu oponente, acabou aparentemente deixando o braço para o adversário e teve seu ombro deslocado. Após a luta, ele foi encaminhado para o hospital com o braço quebrado.

Piscou, perdeu

O UFC 140 guardou também um nocaute para lá de inusitado, quando o gongo nem bem tinha soado. Enquanto você lia essa frase, o sul-coreano Chan Sung Jung já tinha nocauteado Mark Hominick na categoria até 65 quilos. O Zumbi Coreano precisou de apenas sete segundos para apagar seu oponente. “Foi apenas sorte”, resumiu. “Tenho que dar o crédito para ele. Estou desapontado. Peço desculpas aos fãs e agradeço pela torcida”, respondeu A Máquina.

Hominick igualou o recorde de nocaute mais rápido do UFC. O norte-americano Todd Duffee havia conseguido a mesma marca contra o canadense Tim Hague, na edição 102 do torneio, disputado em agosto de 2009.
Fonte: Band

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